Segundo esta entidade, existem fortes evidências que sugerem que os NIPTs podem substituir os rastreios convencionais para os síndromes de Patau, Edwards e Down, entre as 9 e 10 semanas. Estas evidências são suportadas por dados provenientes de estudos de validação e utilidade clínica. O ACMGG confirma, também, que o uso de NIPTs para deteção de aneuploidias dos cromossomas sexuais está a tornar-se comum e, inclusivamente, não existem outras opções de rastreio para identificar estas condições.
A Dra. Cristiana Canha, responsável do Genelab - Laboratório de Biologia Molecular e Genética, que disponibiliza o PrenaTest® em Portugal, aplaude as recentes diretrizes e reforça “Estamos muito satisfeitos pelo reconhecimento, por parte da comunidade científica, da utilidade dos testes pré-natal não invasivos e que os mesmos possam ser realizados por todas as mulheres grávidas, independentemente da idade e do potencial risco”.


