O estudo, levado a cabo pela consultora IMS Institute for Healthcare Informatics, conclui que os medicamentos genéricos possibilitaram que, entre 2005 e 2014, os países europeus duplicassem o número de doentes tratados, tendo mantido o mesmo orçamento.
Outro estudo apresentado no seminário, intitulado “Valor dos Medicamentos Genéricos – Estudo de Economia da Saúde” e realizado pelo IGES Institut para a Medicines for Europe, concluiu também que, com a utilização de medicamentos genéricos é possível tratar um número consideravelmente maior de doentes que sofrem de hipertensão mantendo os mesmos níveis de despesa, tratar o mesmo número de doentes com cancro da mama com níveis inferiores de despesa e tratar mais doentes que sofrem de depressão, com um ligeiro aumento na despesa.
“A apresentação destes dois estudos permite concluir que os medicamentos genéricos trazem grandes benefícios para os doentes e para os Estados europeus, ao aumentarem o acesso dos doentes aos tratamentos e simultaneamente diminuírem a despesa dos Estados com Medicamentos”, refere o Dr. Paulo Lilaia, presidente da APOGEN.
A indústria dos medicamentos genéricos emprega mais de 160 mil pessoas na Europa e que os medicamentos genéricos representam já, hoje, 56% dos medicamentos prescritos na Europa.


