Tal como explicou o Prof. Doutor Rui Henrique, formador do curso e anatomopatologista no IPO-Porto, esta formação “nasceu da necessidade de nós como anatomopatologistas nos adaptarmos a uma nova realidade que é a avaliação da expressão de biomarcadores utilizados para a decisão terapêutica de doentes que poderão vir a ser submetidos a tratamentos no âmbito da oncologia”.
De acordo com a Prof. Doutora Catarina Eloy, também formadora do curso e diretora do laboratório de anatomia patológica do IPATIMUP, “o PD-L1 já tem aprovação para uso clínico e, portanto, temos que o implementar e começar a utilizá-lo no sentido de identificar os doentes com cancro do pulmão que vão beneficiar da terapêutica em questão”. “É por isso que hoje estamos aqui, no sentido de partilharmos um pouco a nossa experiência e incentivar os colegas a começar a determinar o PD-L1”, frisou a especialista.


