A nova direção pretende promover iniciativas de formação dirigidas a profissionais de saúde e apostar numa relação mais próxima a todas as pessoas que sofrem de dor.
“Nos próximos anos vamos continuar a reforçar o nosso papel na formação dos profissionais de saúde e apostar numa proximidade aos doentes, através de iniciativas de sensibilização e educação para um diagnóstico mais precoce, uma referenciação mais célere, um acompanhamento multidisciplinar e um tratamento adequado”, diz a Dr.ª Ana Pedro.
A presidente da APED explica ainda que “o tratamento da dor em Portugal tem vindo a desenvolver-se mas há ainda muito que trabalhar com vista a obter, de forma eficiente, reduções significativas nos custos individuais e sociais provocados pela dor crónica, estimados em mais de quatro mil milhões de euros anuais”.
A direção da APED é agora constituída pela Dr.ª Ana Pedro (presidente), Doutor Miguel Casimiro (vice-presidente), Doutor Filipe Antunes (vice-presidente), Dr.ª Rosário Abrunhosa (secretária), Dr.ªGraça Mesquita (tesoureira), Prof. Doutor Vasco Galhardo (vogal) e Dr.ª Anabela Marques (vogal).
A dor crónica é reconhecida como um grave problema de saúde pública. Em Portugal, o impacto socioeconómico da dor crónica é estimado em dois mil milhões de euros por ano, custo que atinge os 4,6 mil milhões de euros quando somados os gastos com incapacidades temporárias, baixas médicas e reformas antecipadas. Estima-se que, em Portugal, mais de 30% da população adulta sofre de dor crónica.
A APED tem por objetivos promover o estudo, o ensino e a divulgação dos mecanismos fisiopatológicos, meios de prevenção, diagnóstico e terapêutica da dor. Para mais informações consulte www.aped-dor.com.


