Ao contrário do valor calórico de cada alimento, que é igual para todos, a sua relação bioquímica com o organismo varia de pessoa para pessoa. "Estamos habituados a classificar os alimentos como 'bons' e 'maus', de acordo com as suas calorias. Não devemos descurar esta informação, mas temos que a conciliar também com o que é 'bom' e 'mau' para cada um de nós em termos bioquímicos, ou seja temos de saber como cada alimento reage no nosso organismo, explica Soares Neto, diretor-geral da Clínica em Forma.
Estudos realizados na área têm revelado que cerca de 80% da população europeia tem intolerâncias alimentares. "Há aquelas de que já desconfiamos, mesmo sem um teste: quando, por exemplo, percebemos que sempre que comemos determinado alimento há um inchaço abdominal consequente, gases, obstipação, entre outros", revela o especialista. "No entanto, nem sempre há uma ligação suficientemente direta para termos certezas. Podemos comer algo a que somos intolerantes hoje, e termos uma dor de cabeça, como resultado, apenas dois dias depois", continua.
O teste de intolerância alimentar, tradicionalmente realizado através de uma análise ao sangue, é hoje feito por biorressonância, que permite a obtenção de resultados imediatos. É indolor e recomendado a todos, incluindo crianças e grávidas, com exceção de portadores de pacemaker.
Intolerâncias alimentares podem levar ao desenvolvimento de cancro
22/02/13
As intolerâncias alimentares, que resultam em resíduos metabólicos estranhos ao organismo, provocam um aumento de processos inflamatórios no mesmo, fornecendo a outras doenças, como o cancro, a inflamação que tanto lhes é favorável para se desenvolverem. O alerta é feito pelas Clínicas em Forma, que chamam a atenção da população para a importância da realização de testes a estas intolerâncias, hoje indolores e de resultados imediatos, realizados por biorressonância.


