A Carta entregue aos grupos parlamentares contém quatro pontos essenciais: o que é ser pessoa depois de um dano grave cerebral; o que é ser cuidador de pessoa com dano cerebral adquirido; principais necessidades do cuidador; e uma descrição da Associação Novamente.
A Associação defende que o cuidador informal tem necessidades diferentes conforme o seu próprio perfil, contexto familiar e financeiro, evolução do caminho percorrido e sequelas na vítima, que vão desde indispensabilidades de apoio informativo na fase aguda após o dano cerebral, interlocutor único, formação e capacitação do seu papel de cuidador, apoio emocional e psicológico em continuidade, recursos adequados a um não autónomo a nível intelectual, entre outras.
A Associação Novamente é a única instituição que representa e auxilia a pessoa com dano cerebral, mas sem apoios estatais por não se ter constituído como resposta típica. “Serve esta Carta para dar a conhecer esta realidade específica destes cuidadores e permitir que na implementação de direitos do cuidador este grupo seja tomado em conta, como urgência de se cumprir o ratificado por Portugal através da Convenção dos Direitos Humanos da Pessoa com Deficiência, da Organização das Nações Unidas (ONU) ”, explica a Associação.
Consulte aqui a Carta do Cuidador de Pessoa com dano cerebral adquirido.


