No tratamento de doentes adultos com linfoma de Hodgkin CD30+ recidivante ou refratário, o medicamento obteve o deferimento do Infarmed no seguimento de transplante autólogo de células estaminais (TACE) e no seguimento de pelo menos duas terapêuticas anteriores quando o TACE ou a quimioterapia combinada não constituem uma opção de tratamento.
Brentuximab vedotina possui a designação de medicamento órfão para ambas as indicações concedida pelo Comité dos Medicamentos Órfãos da Agência Europeia do Medicamento, que considerou que as doenças em causa cumpriam os critérios de gravidade e prevalência com demonstração de vantagem na sobrevivência dos doentes.
Os dados clínicos mais recentes de brentuximab vedotina demonstraram uma taxa de sobrevivência global de 41% após cinco anos de seguimento no linfoma de Hodgkin recidivante ou refractário.
Nas palavras de Robert Lasek, commercial country lead da Takeda em Portugal “é com enorme satisfação que comunicamos a celebração deste compromisso com o Estado português, uma vez que vem permitir o acesso efetivo de brentuximab vedotina aos doentes que dele necessitam, bem como o preenchimento de uma lacuna terapêutica nesta área da Hematologia oncológica em Portugal”.


