“É prioritário o imperativo da qualidade assistencial”, um aspeto sublinhado pelos palestrantes internacionais presentes na Reunião e validado pelo visível “esforço dos peritos nacionais em assumir este projeto para a Gastrenterologia nacional”. Por outro lado, “a adesão maciça dos jovens e dos mais experientes gastrenterologistas, mostrou ser esta uma necessidade por preencher”, admite o especialista.
Este compromisso é também “suportado pelo empenho da SPG em continuar a facultar as oportunidades formativas adequadas a esse efeito. E é essa perspetiva inclusiva da SPG que faz a diferença, pois alberga o potencial de proporcionar a todos os gastrenterologistas uma visão integrada das necessidades e das possíveis soluções para os doentes portugueses com doença Inflamatória do intestino”, conclui.


