O Resolve, que atualmente apoia sete equipas selecionadas na primeira fase, vai financiar no mínimo 10 projetos até 75 mil euros cada, durante dois anos. Das equipas já selecionadas incluem-se tecnologias para amputados, revestimento de cateteres para evitar infeção hospitalar, deteção de células tumorais em circulação e implantes ósseos.
Esta iniciativa tem como objetivo criar as condições necessárias para que “tecnologias inovadoras consigam dar rapidamente o salto para uma fase que desperte o interesse de investidores e assim ganharem autonomia”, refere o i3S em comunicado.
“Novos empreendedores que têm algo promissor em mãos, muitas vezes conhecem mal as etapas que devem seguir, os pontos críticos que devem validar para provarem que o protótipo é apetecível aos mercados, ou que caminhos deverão seguir em situações muito concretas”. Por isso, o Resolve representa uma “oportunidade única para o financiamento de provas de conceito, complementando outros programas de aceleração que existem no país” explica o Prof. Doutor João Cortez, um dos membros do programa Resolve.


