Segundo o diretor do Serviço de Gastrenterologia e Hepatologia do Centro Hospitalar Lisboa Norte (Hospital de Santa Maria), o carcinoma hepatocelular regista maior prevelância nas cirroses víricas. “É o culminar de uma doença progressiva que termina num cancro altamente letal, no qual os avanços têm sido muito difíceis e o enfâse tem sido colocado na prevenção”, afirma.
Contudo, explica o também ex-presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia que “isso não resolve todos os problemas porque quando os doentes têm doença hepática avançada e desenvolvem carcinoma hepatocelular, há que tomar algumas medidas”. E acrescenta: “Neste momento, o transplante hepático é a terapêutica corretiva, por excelência, dado que não só remove o tumor, mas também remove o órgão doente, que neste caso é o fígado com cirrose hepática”.


