Os principais motivos apontados para o esquecimento são o facto de nem sempre ter a pílula consigo (30%), o stress no trabalho/universidade (29%), a pílula não estar num lugar visível (28%) ou por ter a agenda ocupada (28%). No entanto, e de modo a evitar esquecimentos, 43% das entrevistadas indicou que opta por usar algum lembrete, alarme ou uma aplicação desenvolvida para o efeito.
Quase metade destas mulheres já pensou em usar um método contracetivo que não precisa de ser tomado diariamente, apontando o implante subcutâneo, o DIU e o adesivo transdérmico como opções. No entanto, pouco mais de 30% das mulheres trocou efetivamente de método. Como principal obstáculo à mudança, encontra-se o facto de ainda não ter discutido com o médico a alteração, o que realça a importância da consulta com um especialista para tomar uma decisão informada.
O estudo “Geração Milénio e Contraceção – Porque nos esquecemos?” demonstrou que a pílula é o método contracetivo mais utilizado, tendo sido apontado por 400 das 526 mulheres inquiridas. Depois da pílula, o preservativo masculino é o método contracetivo mais utilizado (31%).


