A população do estudo incluiu doentes com melanoma avançado, com e sem tratamento prévio, cujos dados demonstraram uma taxa de resposta global (ORR) de 56% (n=35/63) em doentes tratados com a combinação; a mediana de sobrevivência livre de progressão (PFS) foi de 12.4 meses, com uma taxa de PFS de 65% em seis meses, 52% em 12 meses e 49% em 18 meses. “Os resultados atualizados do ensaio ECHO-202 apoiam as descobertas publicadas anteriormente e continuam a sugerir que a nova combinação de imunoterapia e epacadostat tem potencial para oferecer um perfil de eficácia e de segurança favoráveis para o tratamento de doentes com melanoma avançado”, afirmou o Dr. Omid Hamid, chefe de Investigação e Imuno-Oncologia Translacional e diretor de Terapêuticas de Melanoma no Instituto Angeles Clinic and Research, na Califórnia.
O especialista acrescentou ainda que “os dados demonstraram que a combinação de imunoterapia consegue oferecer maiores taxas de resposta e melhorar a sobrevivência livre de progressão. Estes resultados indicam que esta combinação demonstrou uma taxa de resposta maior e com maior durabilidade e melhorou a sobrevivência livre de progressão, em comparação ao que esperávamos de pembrolizumab em monoterapia, sem alterar a segurança”.


