“Apesar de todas as recomendações para não engravidar enquanto se está a tomar teriflunomida, foi realizado um registo que monitorizou mais de 200 casos de gravidez nesta situação, no qual se verificou que o fármaco é bastante seguro”, começa por explicar o Prof. Doutor João Cerqueira, citado em comunicado de imprensa. Os resultados do estudo mostram que os riscos de malformações, abortos ou outras complicações no feto entre as mulheres que receberam este tratamento oral são os mesmo que os da população saudável.
É possível eliminar o medicamento do sangue num curto espaço de tempo através da administração de colestiramina durante 11 dias. Este procedimento faz com que os níveis da substância atinjam valores inferiores a 0,02 mg/L, não sendo esperado qualquer risco para o feto. Além disso, como trata-se de um fármaco “com bom perfil de segurança, eficaz e fácil de usar, isto representa claramente uma vantagem”, conclui.


