Para além de sessões científicas, mesas redondas e conferências, o programa científico do Congresso contempla ainda a realização de cursos. O objetivo é tentar responder aos mais recentes desafios atuais em termos de mais e melhor identificação, tratamento e controlo dos vários fatores de risco cardiovascular global.
“A hipertensão continua a ser o maior fator de risco para morte cardiovascular em todo o mundo” relembra o Dr. Vítor Paixão Dias, presidente da Comissão Organizadora do evento e atual diretor do Serviço de Medicina Interna do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho.
“É por isso de extrema importância a realização de um Congresso anual que reúna a melhor experiência científica, nacional e internacional, na procura do maior e melhor conhecimento sobre a Hipertensão e o RCVG”, acrescenta.
Segundo o Dr. Carvalho Rodrigues, presidente da SPH “trata-se, uma vez mais, de colocar no terreno um evento que há muito extravasou a dimensão intramuros, sendo hoje um Congresso de dimensão internacional amplamente conhecido e reconhecido”, sublinhando que “o programa deste ano é bastante abrangente e centra-se muito na abordagem de novos paradigmas e perspetivas futuras, quer do diagnóstico, quer na terapêutica da hipertensão e do RCVG”.
Nos quatro dias do evento são esperados mais de 800 especialistas em Vilamoura para a partilha de conhecimento científico e experiência clínica nas mais diversas especialidades que diariamente lidam com a hipertensão e o RCVG, como a Endocrinologia, a Medicina Geral e Familiar, a Medicina Interna e a Cardiologia.
Por se tratar de um problema à escala global, a participação de sociedades médicas de outros países está projetada no programa científico do Congresso, por exemplo, com as habituais sessões conjuntas entre a SPH e o Simpósio Luso-Húngaro e o Simpósio Luso- Brasileiro.
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