Atualmente, a DPOC é “a terceira causa de morte em Portugal e no mundo”. Contudo, esta situação pode ser invertida, uma vez que “conhecemos bem a Fisiologia e a Fisiopatia da doença”.
De acordo com o especialista, é fundamental agir ao nível “da evicção tabágica, do diagnóstico precoce, executando espirometrias, e da terapêutica”. No entanto, para que seja possível atingir os positivos resultados esperados, é preciso melhorar o Plano Nacional de Espirometria e a Rede Nacional de Reabilitação Respiratória, reforça o Prof. Doutor José Alves.


