Promovida pela Associação Portuguesa de Osteogenese Imperfeita (APOI), trata-se de uma exposição fotográfica itinerante que tem como objetivo promover a divulgação da OI. Para além de telas com imagens e frases pedagógicas alusivas à doença, são distribuídos panfletos informativos.
Tem como objetivo sensibilizar os profissionais da saúde para a importância da identificação de grupos específicos de doentes para o desenvolvimento de estratégias que vão ao encontro do Plano Nacional de Saúde. Pretende também contribuir para a participação ativa e integração da pessoa com OI na sociedade.
A OI é uma doença congénita, que se carateriza pela fratura frequente dos ossos, quer espontânea, quer por traumatismos mínimos. Tem diferentes formas clinicas, as quais têm caraterísticas e prognósticos díspares, quer em relação aos diferentes tipos de OI, quer dentro de um mesmo tipo. Significa, pois, que alguns doentes podem ter poucas fraturas ao longo da sua vida, enquanto outros podem chegar a ter várias.
A APOI indica no seu site que é muito difícil calcular o número de pessoas afetadas, pois não existem registos nacionais ou internacionais. A incidência é estimada: somente 0.008% da população mundial tem OI, o que significa que existem cerca de meio milhão de doentes em todo o mundo. Tendo em conta esta estimativa, a associação estima que existam cerca de 660 portadores da doença em Portugal.
A Volta a Portugal com a Osteogénese Imperfeita (OI) continua percorrer várias unidades de saúde. Chegou ao Hospital do Barlavento Algarvio, onde vai estar patente nas próximas duas semanas.

