O objetivo deste curso passa por capacitar os formandos de conhecimentos e ferramentas que lhes permitam avaliar corretamente as características da dor, identificar os principais mecanismos e vias de transmissão da mesma, reconhecer indicações terapêuticas e técnicas não farmacológicas usadas no controlo destes quadros, entre outros.
“A dor, e em particular a dor crónica, causadora de sofrimento e redução da qualidade de vida, pode estar presente na ausência de uma lesão objetivável, ou persistir para além da cura da lesão que lhe deu origem, um cenário que leva a comunidade médica a assinalar a dor como uma doença por si só, e não apenas um sintoma”, explica o Prof. Doutor Paulo Reis Pina, internista responsável pela formação.
O especialista acrescenta ainda que “o controlo da dor deve ser encarado como uma prioridade ao nível da continuidade de cuidados, transversal a todas as tipologias, sendo, igualmente, um fator decisivo para a indispensável humanização dos cuidados prestados”.



