“Nas últimas décadas, estudos de prevalência têm mostrado um aumento dos casos, por via de uma maior consciencialização de profissionais de saúde e familiares, bem como pelas alterações nos critérios de diagnóstico e diagnósticos em idades mais jovens”, afirma o Dr. João Sousa, diretor de qualidade do laboratório de tecidos e células BebéVida.
“Contudo, e apesar de diagnósticos mais atempados, ainda há um caminho importante a percorrer no que respeita ao tratamento”, recorda o especialista, a propósito do Dia Mundial do Autismo, que se assinala a 2 de abril, mês que a comunidade internacional dedica em todo o mundo à consciencialização para a doença.
Estudos já realizados nos EUA, com participação da investigadora e médica hematologista pediátrica Prof.ª Doutora Joanne Kurtzberg, provaram a viabilidade e segurança de transplantes autólogos de células estaminais provenientes do sangue do cordão umbilical em crianças com perturbações do espectro do autismo.
“Este é um ano de grande expectativa no que respeita às terapias celulares. Aguardamos os resultados do mais recente estudo da Prof.ª Doutora Joanne Kurtzberg e cremos que serão muito prometedores para o futuro do tratamento destas perturbações”, conclui o Dr. João Sousa.


