“Consideramos que se estabelece um passo importante no tratamento e no devido acompanhamento dos doentes com esclerose tuberosa, tendo sido finalmente ultrapassada a autorização pendente deste medicamento. Com esta boa notícia, mais doentes podem ter a possibilidade de acesso ao tratamento e, assim, travar a progressão da doença”, explica a Dr.ª Micaela Rozenberg, presidente da AETN.
De acordo com o relatório de avaliação publicado pelo Infarmed, o everolimus apresentou valor terapêutico acrescentado em relação ao comparador e melhor terapêutica de suporte no tratamento de AML e SEGA associados à esclerose tuberosa. O mesmo relatório refere, ainda, que os valores custo-efetividade/custo-utilidade incrementais associados à introdução do medicamento, assim como os resultados do impacto orçamental, foram considerados aceitáveis, depois de negociadas condições para utilização pelos hospitais e entidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS), tendo em atenção as caraterísticas especificadas do medicamento e da doença em causa.
A esclerose tuberosa afeta cerca de 1600 pessoas em Portugal.
Para mais informações pode consultar esta ligação.


