De acordo com o especialista, no que ao pé diabético diz respeito, é "importante implementar novas terapias e novas formas de diagnóstico", uma vez que a doença continua a ser "alvo de desconsideração por parte do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que, apesar de ter normativas e meios necessários para a implementação das consultas do pé diabético nos Cuidados de Saúde Primários, continua a não fazê-lo". Por isso, "as pessoas com diabetes continuam ser amputadas, a sua morbilidade continua a aumentar, assim como a mortalidade destes doentes".
O programa científico do encontro abordou, ainda, temas que envolvem a Podologia infantil, já que é "a partir desta tenra idade que se consegue atuar na correção e na compensação de algumas alterações no apoio do pé e no caminhar", explicou o especialista.


