“As vacinas [enquanto arma profilática] correspondem à tecnologia médica de saúde mais custo/efetiva.” Foi desta forma que a Dr.ª Graça de Freitas, diretora-geral da Saúde, classificou a vacinação, assinalando que esta estratégia, que possui “um custo relativamente baixo”, traduz-se “num ganho imenso” em termos de saúde pública. “As vacinas [enquanto arma profilática] correspondem à tecnologia médica de saúde mais custo/efetiva.”
Foi desta forma que a Dr.ª Graça de Freitas, diretora-geral da Saúde, classificou a vacinação, assinalando que esta estratégia, que possui “um custo relativamente baixo”, traduz-se “num ganho imenso” em termos de saúde pública.
No entanto, têm surgido alguns movimento anti-vacinas que invocam teorias da conspiração ou que relacionam a vacinação com o autismo. Segundo afirmou a Dr.ª Graça de Freitas, estes movimentos de oposição usam argumentos e narrativas “emocionais” que “minam a confiança nas estratégias de vacinação”.
“Estes movimentos utilizam, na base dos seus argumentos, uma “inversão da perceção do risco”, ou seja, desvalorizam o sucesso e os benefícios das estratégias de vacinação e exploram os eventuais riscos ou efeitos adversos (raros, na generalidade) associados às vacinas.
“Cabe aos profissionais de saúde ajudar a população a tomar decisões esclarecidas. Temos de saber comunicar os factos (validados cientificamente), de modo a que as pessoas se sintam esclarecidas e que tenham confiança na vacinação. Temos, por isso, de cultivar esta confiança”, reiterou a Dr.ª Graça de Freitas, acrescentando, ainda, que os profissionais de saúde devem “desconstruir a linguagem científica”, com o objetivo de diluir as eventuais dúvidas que possam existir em relação à estratégia vacinal.
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