Nos últimos anos assistiu-se à proliferação de terapêuticas, vulgarmente designadas por “alternativas” ou “não convencionais”, utilizadas no contexto da “Medicina anti-envelhecimento” ou “anti-ageing”, não aprovadas para tratar problemas relacionados com o envelhecimento. “A falta de aprovação deve-se ao facto de não ter sido demonstrada eficácia e/ou colocarem em risco a saúde”, pode ler-se no comunicado disponível na página da SPEDM.
“São também utilizados os termos “Modulação hormonal” ou “Hormonas bio idênticas” para designar a administração de substâncias com efeitos no sistema endócrino, as quais nem sempre são controladas pelas entidades reguladoras do medicamento ou são utilizadas fora das indicações para que foram aprovadas”.
Neste sentido, pode ler-se no comunicado que “o envelhecimento é um fenómeno natural em que existe um declínio progressivo das capacidades de vários sistemas ou órgãos. Este declínio pode estar associado a diminuição da qualidade de vida das pessoas”. A Medicina sempre tentou diminuir as consequências envelhecimento, com o objetivo final de preservar a saúde e a funcionalidade.


