Segundo o Prof. Doutor Franz Duca, a principal mensagem da sua apresentação prende-se na necessidade de “procurar e diagnosticar os doentes, sobretudo, agora que começam a surgir novos medicamentos” na área da amiloidose cardíaca.
Na perspetiva do especialista, a crescente perceção da doença “é interessante”, não só pela sua prevalência em Portugal, mas também pela mudança no foco apenas nos doentes com amiloidose por mutação no gene da transtirretina (ATTR genética), uma vez que as atenções começam a recair, cada vez mais, nos doentes com ATTR wild-type (deposição de proteína normal) “e que precisam igualmente de tratamento”.
“Penso que é possível alcançar mais médicos através destas pequenas sessões porque nem todos conseguem marcar presença nos grandes congressos e habitualmente, só vão os profissionais de saúde dos centros hospitalares universitários”, refere o Prof. Doutor Franz Duca, acrescentando, no entanto, que “estes doentes são seguidos em todos os tipos de hospitais” e, por isso, é fundamental a partilha de conhecimento e experiência sobre amiloidose cardíaca.


