Ainda que a capacidade de prestar cuidados a turistas exista, o protocolo visa proporcionar uma gestão mais eficaz da promoção externa do turismo médico português através do estabelecimento de uma estratégia a nível nacional, com uma organização mais clara e reforçada pela iniciativa.
“Mais economia na saúde, mais saúde na economia. Alinhamos com a prioridade afirmada pelo Governo de colocar ‘Portugal a crescer mais’. Quando defendemos um acrescido acompanhamento da saúde por parte da economia é este o significado da nossa ambição: que se releve que a atividade económica da saúde é muito relevante e que, como tal, as condições de desenvolvimento da atividade devem estar claras e assentarem num racional económico”, esclarece o presidente da APHP, o Dr. Óscar Gaspar.
Já o presidente do Turismo de Portugal, o Dr. Luís Araújo, celebrou a assinatura do protocolo e do que este “representa para a valorização de Portugal como destino turístico, nas suas múltiplas motivações, aliando o profissionalismo e a modernidade dos cuidados médicos e de reabilitação, à excelência da hotelaria portuguesa, assim como ao clima e ao contacto com a natureza, numa experiência enriquecedora e gratificante. O Turismo de Portugal tem 16 equipas de turismo a atuar em 23 mercados que, a partir de agora, vão passar a promover este produto de forma estruturada e de acordo com as metas definidas na Estratégia Turismo 2027”, conclui.
A cerimónia foi presidida pelo Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, o Dr. Pedro Siza Vieira, acompanhado pela Secretária de Estado do Turismo, a Dr.ª Rita Marques, pelo Secretário de Estado da Internacionalização, o Prof. Doutor Eurico Brilhante Dias e pela Secretária de Estado Adjunta e da Saúde, a Dr.ª Jamila Madeira.


