Em Portugal são descobertos 1000 novos cados de cancro da pele por ano

03/09/13

"O melanoma maligno, doença grave e fatal, é desencadeado pela lesão da pele, quando ocorrem queimaduras solares ou escaldões. A exposição intensa aos raios UV, no Verão, é o principal fator de risco para o aparecimento desta doença, pelo que se recomenda a adoção de medidas preventivas após as férias", alerta João Maia e Silva, dermatologista do hospitalcuf descobertas.



Atualmente, o melanoma é o tumor maligno mais frequente nas mulheres entre os 25 e os 29 anos, e o segundo entre os 30 e os 34 anos. No sexo feminino, a localização mais frequente do melanoma é nas pernas e no segmento superior do dorso.


O especialista informa também que "a forma mais fácil e eficaz de detetar precocemente um melanoma maligno é o autoexame, para que as pessoas reconheçam os sinais de alarme".


Os principais sinais de alerta incluem uma ferida na pele que aumente de tamanho ou mude de forma; um sinal preexistente que mude de cor, tamanho ou comece a sangrar; feridas que curam lentamente ou não cicatrizam; novos sinais com formas irregulares ou cores anormais.


O melanoma maligno tem origem nos melanócitos (células do sistema de pigmentação da pele responsáveis pelo bronzeado após a exposição solar). As hipóteses de sobrevivência dependem, sobretudo, de um diagnóstico e tratamento adequado e precoce.


O cancro da pele é o tipo de cancro mais frequente nos indivíduos de pele branca. O número de casos tem vindo a aumentar de ano para ano, sendo a exposição ao sol a causa de mais de 80 por cento dos cancros da pele.


O Centro de Dermatologia do hospitalcuf descobertas é composto por 10 unidades de especialização, e possui três salas de laser, fontes de luz e radiofrequência, e ainda cinco gabinetes de consulta. Para mais informações consulte: www.hospitalcufdescobertas.pt

 

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