Decretada a 11 de março, a pandemia de covid-19 traduz a emergência mundial de saúde pública vigente. De acordo com a APIFARMA, em Portugal foi adotado o Plano Nacional de Preparação e Resposta à Doença, que tem como referência as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), bem como um conjunto de medidas extraordinárias de contenção e mitigação do coronavírus.
A entidade refere que as consequências económicas e sociais da epidemia são já evidentes, desejando “que seja possível retomar a atividade regular com a maior brevidade possível”.
Nesse sentido, o organismo descreve como “essencial” que os medicamentos e os dispositivos médicos para diagnóstico in vitro cheguem a todos os cidadãos, nomeadamente aos mais vulneráveis e aos doentes, assegurando que Portugal conta com “o esforço nacional de todas as empresas: colaboradores em teletrabalho e todos os colaboradores que nas fábricas asseguram a produção, asseguram a distribuição, asseguram a logística e asseguram a dispensa nas farmácias”.
Além disso, para identificar rapidamente aqueles que estão infetados, as empresas de diagnóstico in vitro estão preparadas para fornecer adequadamente os serviços de saúde nacionais, bem como a garantir a apropriada assistência técnica aos equipamentos de análises desses serviços, acrescenta a entidade.
A APIFARMA sublinha ainda que a indústria farmacêutica e todos os profissionais de saúde são peças essenciais na gestão e combate à pandemia de covid-19, permanecendo em constante diálogo com as autoridades de Saúde.


