No ano passado, a ARSC realça que as coberturas vacinais foram elevadas nos grupos avaliados, tendo sido administradas 270.322 vacinas nas unidades funcionais dos agrupamentos de centros de saúde e nas unidades locais de saúde de Castelo Branco e Guarda.
"De uma maneira geral, as coberturas vacinais na infância são elevadas. No âmbito da estratégia de vacinação do BCG, dirigida a grupos de risco, foram vacinadas 1.996 crianças com idade inferior a seis anos (idade recomendada), tendo o processo decorrido em 24 pontos de vacinação", destaca a entidade.
De acordo com a organização, os resultados alcançados "só foram possíveis com a sensibilização e o envolvimento continuado de todos os profissionais de saúde que trabalham nesta área".
Os resultados "revelam terem sido atingidos os níveis necessários para conferir imunidade de grupo e para cumprir os objetivos dos programas prioritários de erradicação da poliomielite e de eliminação do sarampo e da rubéola, na componente da vacinação".
"A vacinação, que constitui o maior avanço da Medicina moderna, permite o bem-estar da população, previne doenças, contribui para um envelhecimento saudável, previne vários tipos de cancro e reduz a ameaça da resistência aos antibióticos", adianta.
Em Portugal, de acordo com a ARSC, a vacinação permitiu eliminar doenças como a difteria, a poliomielite, o sarampo e a rubéola, bem como controlar muitas formas de meningite, a tosse convulsa e a papeira, entre outras.
"Num contexto de pandemia de COVID-19, é ainda mais importante relembrar a importância da vacinação recomendada no PNV", frisa o organismo regional.
Fonte: Lusa


