O equipamento já está a ser utilizado noutros países e está agora a ser testado por mais de 40 profissionais de saúde portugueses, de cerca de 20 hospitais, com o apoio de mais de 10 empresas de engenharia de todo o país. Disponíveis para serem testadas por profissionais de saúde especializados, a máscara e as suas válvulas devem ser utilizadas apenas em caso de emergência, em situações de falta de equipamento nas unidades de saúde e de acordo com um protocolo uniformizado pela Universidade do Minho.
Ao longo das últimas semanas, o projeto focou-se na melhoria da capacidade de vedação da máscara, no desempenho do filtro, acumulação de CO2 e na sua usabilidade clínica. As conclusões dos primeiros estudos efetuados foram partilhadas com o Infarmed, de forma a que esta entidade possa dar um parecer orientador para uma utilização adequada, de acordo com os protocolos médicos.
Neste momento é já possível às unidades de saúde adquirir este equipamento através do site da plataforma e seguindo todas as indicações sobre o processo de aquisição do equipamento. Depois de entregue, os responsáveis da iniciativa acompanharão toda a experiência dos profissionais de saúde, percebendo o real resultado e utilidade da solução.
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