Estudos feitos a nível internacional mostram que o setor de saúde é responsável por 4,4% das emissões mundiais, equivalendo a 514 centrais termoelétricas a carvão a funcionar num ano. Nas emissões globais do setor da saúde, a Europa representa uma fatia de 12%. Já a nível nacional, em média o setor da saúde é comparável ao da alimentação, correspondendo a 5% das emissões de um país.
Identificando-se com esta realidade, o Dr. Nuno España, diretor de Marketing e Comunicação da Lusíadas Saúde, reconhece que “os sistemas de saúde são consumidores intensivos de energia, 24 horas por dia, 365 dias por ano, sob a forma de aquecimento e consumo de eletricidade, iluminação, ventilação e uso de outros equipamentos médicos, que geralmente são produzidos com processos intensivos em carbono, fora das fronteiras do hospital.”
Com esta mudança para um mundo mais verde, o Dr. Nuno España anseia “inspirar parceiros, clientes e fornecedores a seguir este caminho em conjunto”, acreditando que “o aumento da produção de energias renováveis cria valor, desenvolvimento económico e um mundo mais sustentável”.
Em 2019, a energia consumida pela Lusíadas Saúde foi responsável pela emissão de cerca de 13 mil toneladas de CO2, o que corresponde ao consumo de eletricidade de uma cidade típica portuguesa de 20 mil habitantes durante um ano.


