Com esta aquisição, a Atrys iniciará a sua expansão europeia com a entrada em Portugal, que será o seu segundo mercado no continente. A compra da Lenitudes ampliará também a sua presença nos mercados de língua portuguesa, uma vez que em agosto já tinha adquirido a empresa brasileira AxisMed.A operação consolidará a Atrys no campo da radioterapia oncológica na Europa.
A Lenitudes conta com cinco centros de Oncologia e Radioterapia, distribuídos pelo território português. A unidade principal é um centro de elevado valor acrescentado e tratamento integral de doenças oncológicas, de referência em Portugal e na Europa, localizado em Santa Maria da Feira. A unidade conta com equipamentos médicos de última geração e uma equipa de profissionais de reconhecido prestígio.
Adicionalmente, o grupo é composto por um centro de Medicina Molecular em Braga, um centro de diagnóstico por imagem e Gastroenterologia no Porto, um centro de Medicina Molecular no Porto e um centro de Radioterapia em Évora. Nas suas clínicas, a Lenitudes realizou em 2019 mais de 100.000 atos médicos, incluindo 15 mil exames de Medicina Nuclear, 30 mil atos médicos de Radioterapia e 50 mil atos de diagnóstico por imagem.
A integração do Lenitudes permitirá à Atrys introduzir em Portugal os seus serviços na área do diagnóstico online, tratamentos de Radioterapia de alta precisão, diagnóstico de Patologia e Genética e serviços de IA. A operação multiplica, por outro lado, as capacidades da Atrys na área de diagnóstico, uma vez que o grupo também presta serviços de Cardiologia e Radiologia, completando assim o seu serviço nestas especialidades.
Para o Dr. Santiago de Torres, presidente da Atrys, o acordo para a compra da Lenitudes “constitui outro grande passo no nosso plano de crescimento e internacionalização e ampliará a nossa presença na Europa, depois de nos termos focado na América Latina nas aquisições mais recentes. Além disso, consolidar-nos-á na vanguarda da oncologia e da radioterapia de última geração pela mão de um grupo de referência não só em Portugal mas à escala europeia, o que nos permitirá continuar a avançar no campo da medicina de precisão”.


