“A SPH é fundamental, porque a hipertensão já é uma pandemia; a única diferença entre a pandemia em que vivemos, da COVID-19, e a pandemia da hipertensão, é que o contacto não é por um vírus: o contacto é cultural, é civilizacional”, começa por referir o recém-eleito presidente.
De modo a impulsionar o combate às doenças cardiovasculares, a partilha de informação científica atualizada e as boas práticas nesta área, o especialista considera que “a Sociedade tem que, junto do país, influenciar, modificar, informar”, especialmente numa época “em que toda a gente acha alguma coisa”.
Neste sentido, o Prof. Doutor Luís Bronze pretende “contribuir de todas as formas para o diagnóstico, combate e informação pública relativas a esta doença crónica e, ao cumprir este nobre desiderato, assegurar o engrandecimento e a continuidade do bom trabalho iniciado pelos meus antecessores, durante o biénio 2021-2023”.
“O objetivo fundamental das Sociedades em geral, e da SPH em particular, é informar, porque cerca de metade das pessoas em Portugal já são hipertensas, e isto tem de parar um dia. Se eu conseguir influenciar isso, já cumpri o meu dever fundamental”, sublinha.
Ao Prof. Doutor Luís Bronze junta-se o Dr. Fernando Pinto, enquanto presidente da Mesa da Assembleia Geral, assim como a Dr.ª Paula Felgueiras, vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral e o Dr. Rogério Ferreira, secretário. A Dr.ª Rosa Maria de Pinho foi consagrada presidente-eleita, ao passo que a Dr.ª Vitória Cunha ocupará o cargo de secretária-geral. Como secretário-adjunto do Norte, do Centro, e do Sul estarão os Drs. Pedro Damião, Ana Heloísa da Silva Ribeiro e Andreia Mamede, respetivamente, acompanhados pelo Dr. Fernando Martos Gonçalves, tesoureiro. O Prof. Doutor Miguel Castelo-Branco atuará como presidente do Conselho Fiscal, ao lado do Dr. Manuel José Viana Gonçalves da Costa, vice-presidente do Conselho Fiscal. Por fim, o cargo de secretário do Conselho Fiscal foi atribuído ao Dr. Alípio Araújo.


