Há vinte anos, o enfarte agudo do miocárdio foi eleito como a grande prioridade da Medicina Cardiovascular em Portugal. Hoje, o paradigma é diferente. Para a SPC, reconhecer a importância da insuficiência cardíaca e prevenir a morte súbita são as duas áreas que devem ser entendidas pelo Serviço Nacional de Saúde como prioridades na política geral de saúde, de forma a retirar as doenças do aparelho circulatório do topo das causas de morte no país.
Esta conferência marca o arranque de um debate que se pretende amplo e capaz de produzir medidas e resultados concretos ao longo dos próximos anos. Assim, a SPC avança que em 2018 os portugueses podem esperar a concretização de planos e de projetos de trabalho.
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