O momento é crítico, reconhecem os profissionais da USF Âncora. A crise económica que o país atravessa não pode deixar de ter impacto no setor da Saúde. Contudo, longe de desanimar, a primeira USF a surgir no Algarve continua a trabalhar com o mesmo entusiasmo de sempre. "Não podemos estagnar", afirma a coordenadora. Novos projetos de intervenção junto de grupos de risco e a acreditação da USF são os próximos passos da equipa.
Ao longo das várias páginas de reportagem sobre a USF Âncora, publicada na mais recente edição de Jornal Médico, são abordadas questões como o horário de funcionamento das USF e UCSP, a aplicação dos incentivos institucionais, a autonomia organizacional, processo de acreditação da USF, secretariado clínico, telemedicina, a qualidade do atendimento.
A reportagem pode ser lida na íntegra AQUI.
Solidez, maturidade e coesão são os três grandes pilares que têm contribuído para o bom desempenho da equipa da USF Âncora, em Olhão, a primeira a avançar no Algarve e a evoluir para Modelo B. "No início, foi precisa muita coragem", reconhece a coordenadora, Irene Cardoso.

